Terça-feira, Novembro 10, 2009

Goût sucré...........





Ohh..le premiere amour...
celle qui nous rappelle
qui transforme notre enfance
dans quelque chose de mémorable...
...est le véritable amour total
nu dans son essence

quoi porte inconnus libido
pour tous les pores de notre corps
une odeur de passion débordante...

gonfle le cœur du plaisir

l'écart avec le goût de tout, des mots

les gestes et les regards...
et quand est la fin de tout
le monde tombe sur nous
et nous estimons que le goût sucré
le goût sucré de nous faire mourir...
Miguel Fonseca Esteves

Segunda-feira, Setembro 14, 2009

Apenas gostos....



Paixão, paixoneta ou apaixonado

Sinto esta certeza em todo o lado

Apaixono-me por algo que vi

Desejo alguém que conheci…

Sinto paixão por um simples objecto

Por um simples olhar, um simples momento

Paixão p´los teus olhos que redescobri…

No fundo, apaixonado p´la própria vida

No fundo, apaixonado essencialmente por ti…


Miguel Fonseca Esteves




Quarta-feira, Setembro 02, 2009

Imagens como palavras 8

BANGLADESH




SUDÃO




CANADÁ




CONGO





Quinta-feira, Agosto 27, 2009

Penumbra....



















Olhei, era cacimba
que se acomodava na tua face
formando perfis de arcoiris
vindos da luz do teu olhar.
O teu corpo,
deitado
na erva fresca a repousar
imagem bela
que poesia
uma tela a retratar...
Compreende o meu silêncio
não sei o que dizer,
prefiro ver-te ao longe
escondido na penumbra
sentindo minh´alma sofrer!
O teu estilo aterroriza-me
não te consigo acompanhar.
Admito,
tive medo
naquele nosso reencontrar.
Hoje misturo a minha tristeza
com algo forte
que sinto por ti.
E tu deitada na erva fresca
com sonhos estranhos,
pouco me interessa
foi este o fim que eu escolhi...

Miguel Fonseca Esteves

Terça-feira, Agosto 18, 2009

...manifestações....















Hoje sinto a tristeza no ar

goticulas de tormentos trazidas pelo vento

nevoeiros cerrados espairecidos pelo tempo
sentimentos magoádos pelas ruas a brotar
seres humanos cabisbaixos doridos no olhar
caminhando silenciosos sem um pingo de expressão
caminhando em carreiro, tal e qual o formigueiro
trabalhando em união, sem qualquer animação.
Dá-me vomitos este cheiro da agre melancolia
o odor do queixume, a falta de simpatia.
Tristes trastes, tristezas pegadas
tristezas sombrias em carcaças vazias.
Maldita essência que continua a fluir
pelas ruas da cidade, sem vontade de partir
procuro um sorriso na caótica escuridão...
Entenda-se, é uma miragem, profunda alucinação.

Incontornável... a alegria é dificil de preservar
entenda-se, hoje existe tristeza no ar...

Miguel Fonseca Esteves

Sexta-feira, Agosto 14, 2009

Instantes de reflexão 15



Ah, a solidão! Às vezes um suplicio, às vezes um alívio!


Raros são os homens dotados de bastante caráter para se regozijarem com os
sucessos de um amigo sem uma sombra de inveja. (Ésquilo)


O mal de quase todos nós é que preferimos ser arruinados pelo elogio a ser
salvos pela crítica. (Norman Vincent)


Quando a honra de um homem é inatacável, fica-lhe decente qualquer roupa que
vista. (Hamassa)

P´las ruas de Lisboa...........2ª parte





Caminhando contigo lado a lado

invoca-me uma vontade enorme de gritar...
Interrogo-me onde minha mente tinha andado

e o porquê de só agora te encontrar.


Caminhando pelas ruas alfacinhas

nossos egos se começam a entrosar,

trocando caprichos teus, ideias minhas...

maravilho-me com o teu ser, o teu falar!

Acompanha-me, adormece hoje comigo
doce pele eu anceio conhecer.

Abraçados toda a noite, desejo antigo
ou algo mais que possa vir a acontecer...


(cont.)

Miguel Fonseca Esteves

Terça-feira, Julho 21, 2009

Conversas de CaFé



Falando abertamente sobre um tema
são infinitas e importantes as conclusões
que retemos em cavaqueira amena
duas pessoas, sem segundas intenções.
Assuntos do mundo, do homem, do dia-a-dia
da vida, de conflitos e das relações
seguindo uma linha ténue como guia
quase tocando no jogo das contradições.
Falas-me em nascimento, na paixão e no sexo
respondo-te com a democracia, a razão e o valor
numa sociedade vazia onde nada é certo
contentamo-nos com o companheirismo, amizade e amor.
Galgando questões, as de pouco intelecto
termina-se a conversa, ficando já a saudade
contamos os dias, novas conversas em aberto
contamos os nossos dias para o fim da sanidade...


Miguel Fonseca Esteves

Segunda-feira, Julho 20, 2009

P´las ruas de Lisboa...........1ª parte





















Levanta-te, vamos sair!
Leva-me a passear pela tua mão
deixa essa moleza sem aparente razão,
vamos correr, dançar e partir.

Levanta-te, não sejas tão cruel!
Leva-me a passear como um simples casal
pelos belos jardins do Principe Real
onde as cores se ligam aos teus olhos de mel

Levanta-te e dá-me atenção!
Leva-me a qualquer sitio, um simples lugar
onde damos asas á nossa paixão
um simples toque, suspiro, o beijar!

(cont.)

Miguel Fonseca Esteves

Alice era teu nome.............

Recentemente, alguém me lembrou dos avós.....vasculhei nas minhas notas e encontrei este poema que escrevi para a Avó Alice....beijinho....


Alice, mulher do norte
lá para os confins de Lamego
imagináste uma vida de sorte
catorze filhos assim os fizeste.
Laborar era a palavra de ordem
nas terras conhecidas por Pinheiro
e aqueles que te questionavam, ó coitados
com mão de ferro esmurravas o primeiro.
De cabelos loiros, em volta da lareira
é a imagem que guardo de ti
partiste de uma vida forte e verdadeira
desculpa Avó, nem sequer me despedi....

Miguel Fonseca Esteves

Sábado, Junho 06, 2009

Igreja N. Sra. do Carmo, Lagos


A Ordem do Carmo, estabelecida em Beja, pretendeu, no Século XVI, construir um segundo convento feminino em Portugal. A cidade de Lagos foi escolhida, por ser, na época, a localidade mais importante do Algarve. O convento foi construído, por iniciativa do Padre Cristóvão Dias, junto à Igreja de Nossa Senhora da Conceição, edificada em 1463, passando este templo a fazer parte do convento.

O convento foi construído de forma robusta, para protecção das freiras, uma vez que, na altura, o complexo ainda se encontrava fora das muralhas de Lagos.

O convento ficou muito danificado no Sismo de 1755, tendo morrido 22 freiras e outras 43 ficaram feridas. O edifício foi restaurado por Frei Lourenço de Santa Maria, Bispo do Algarve. Em 1833, o convento foi encerrado, devido à publicação de um decreto que extinguiu as associações religiosas com menos de 12 membros. Em meados do Século XIX, o edifício foi dividido em duas partes, pertencendo uma à Câmara Municipal de Lagos e a outra a um particular. Parte da fracção particular foi, em 1862, aproveitada para construir o Teatro Gil Vicente, enquanto que na outra parte foi instalado um tribunal. Em data desconhecida, o convento foi apropriado na totalidade pela Câmara Municipal, tendo sido transformado numa escola industrial. Entre 1931 e 1944, funcionou, numa dependência da igreja, o Patronato de Nossa Senhora do Carmo, instituição de solidariedade social que apoiava jovens desfavorecidas. Fundado por Lucinda Anino dos Santos e Cesaltina Roque, o Patronato era apoiado pela Juventude Católica Feminina e pelo Bispo do Algarve. Em data desconhecida, a igreja foi utilizada como base do escotismo em Lagos. Em 2004, foi assinado um protocolo entre a Fábrica da Igreja de Santa Maria, organização à qual a igreja pertence, e a Câmara Municipal de Lagos. O templo foi cedido à autarquia durante 25 anos, para que fossem realizadas obras de restauro. O financiamento das obras de restauro foi assegurado num acordo entre o Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico. e a autarquia, no âmbito do Programa Operacional para a Cultura

O projecto do restauro da igreja foi efectuado em duas fases: inicialmente fez-se um estudo das condições estruturais do edifício, sendo sem seguida criado um plano de restauro, tendo em vista os resultados do estudo.

Entre Setembro de 2007 e Maio de 2008, a igrejs esteve aberta ao público, tendo-se realizado alguns eventos no seu interior; o edifício foi, então, de novo encerrado, para terminar as obras de restauro (1).

Wikipédia


(1) - Foi restaurada toda a cantaria da cúpula, altar, túmulos, arco principal e entradas laterais. Trabalhos dos quais eu fiz parte ao serviço da ERA, Arqueologia.

Imagens como palavras 7

Libia


Canadá


Antártica


Marrocos

Terça-feira, Maio 26, 2009

Instantes de reflexão 14

"Só quando batemos no fundo é que percebemos quem nos empurrou" L. M. Esteves


"Nada a dizer, nada a acrescentar, a não ser a reincidente renitente
constatação da solidão humana." Lupa


"A amizade é um casamento entre almas, e esse casamento é sujeito ao
divorcio." Voltaire


"Os males de que padece o ser humano, em seu maior número, vêm dele mesmo."
Plínio


"O orgulho que se alimenta da vaidade termina em desprezo."
Benjamim Franklin

cantigas...


canta-me uma musica calma
ao ouvido
conta-me se o teu amor por mim
está perdido
diz-me se os teus doces gostos
são os mesmos
aqueles que um dia partilhámos
e agora perdemos
já não cantas alegre como
antes fazias

nos fins de tarde e no meu
colo dormias
acorda rapariga pois alguém
foi embora
fui eu que parti, em busca de algo,
de mim, do outrora...

Miguel Fonseca Esteves

Terça-feira, Fevereiro 10, 2009

Falta de AMOR??




Eu deixarei que morra em mim o desejo de te amar.

Pois já nada existe para além da exaustão
do corpo, da alma, da mente
e de todos os males em mim que me tornam inconsciente…

Sina a minha, nódoa do passado!



Não te quero ter, tudo em meu ser está ofuscado.
Apenas quero lembrar cada olhar brilhante que trocamos
e cada toque de mãos que entrelaçamos.
Eu partirei…e outros olhos tu irás olhar
outros dedos tu irás enlaçar
mas sempre sem saberes se te vai agradar…

Sina a tua, também nódoa do passado!


Feliz é quem sabe amar…mas tu?? não sei!
Descubro hoje que nunca fui teu, talvez…
Pois na pele sinto que algo me falta
e me lembro do querer profundo dos nossos corpos
quando me despi, me desnudei, me entreguei!


Foram momentos de amantes…mas de paixão ou de capricho?
Momentos que nos tornarão heróis ou covardes,
que nos farão amar ou odiar…
Ainda não sei…Mas se houve amor, sinto que o seu fim
começou com o mesmo vento que hoje me leva…

Miguel Fonseca Esteves

Imagens como palavras 6

Serra da Estrela

Res. Universitaria Egas Moniz

Alcobaça

Jardim da Sereia, Coimbra

Quarta-feira, Fevereiro 04, 2009

Instantes de reflexão 13


Amor são duas solidões protegendo-se uma à outra. (Rainer Maria Rilke)

A pior solidão que existe é darmo-nos conta de que as pessoas são idiotas.
(Gonzalo Torrente Ballester)

As amizades reatadas requerem maiores cuidados que aquelas que nunca foram
rompidas. (Le Rochefoucauld)

É mais fácil perdoar a um inimigo do que a um amigo. (Dorothea Deluzy)

Quarta-feira, Fevereiro 20, 2008

Mesquices 2

Falar, arguir, comentar
desdenhar, apontar ou criticar...
Para quê "verbear" sobre os outros
se quando é sobre nós fazemos de moucos!
Miguel Fonseca Esteves

Farto disto, daquilo...



Estou farto desta tristeza pegáda
não suporto o mau humor da manhã,
cansado de ouvir as monótonas lamúrias
ou os sermões da acertada mamã.
Estou irado com a falta de ideias
fatigado com as cansaveis questões,
incompatibilizado com memórias alheias
saturado com as mesmas canções.
Farto disto, farto daquilo, farto...
Não aguento muito mais o desequilibrio,
a queda parece ser o meu final
um final pesado e sem brio,
preferia antes uma morte casual...
Mas enquanto esse fim não chega
queixo-me da atroz sorte que me persegue,
sorte mórbida que me aconchega
nos lençois da tristeza hereje.
Não vale a pena tentar fugir
qualquer esconderijo é uma prisão,
estou farto de tentar perceber
porque é que a minha vida é uma alucinação.
Farto disto, farto daquilo...
...esqueci-me do que estou farto.
Miguel Fonseca Esteves

Mudanças que fazem bem...

Primeiramente ainda te amava
(tudo o levava a parecer)
mas a minha dor era tão grande
que nem vontade tinha para te ver.
Algum tempo passou, e com ele
uma nova visão de ti eu percebi,
era altura de eu dizer adeus
de enterrar momentos, pensamentos meus
que ainda hoje eu nao entendi...
Miguel Fonseca Esteves

Terça-feira, Fevereiro 19, 2008

Imagens como palavras 5

Flórida, EUA



China

Alfama, Lisboa



Canada


Sábado, Fevereiro 09, 2008

Instantes de reflexão 12

O que oiço, esqueço; O que vejo, recordo; O que faço, compreendo. "Provérbio Chinês"

Experiência é o nome que cada qual dá aos seus próprios erros. "Oscar Wilde"

Amigo é alguém com quem posso ser sincero. Perto dele, posso pensar alto. "Ralph Waldo Emerson"

A arte está em fazer algo do nada e ainda vendendo por isso. "Frank Zappa"